Custo da cesta básica na capital sergipana diminuiu em setembro

Análise realizada pelo Boletim Sergipe Econômico, parceria do Núcleo de Informações Econômicas da Federação das Indústrias do Estado de Sergipe (FIES) e do Departamento de Economia da UFS, com base nos dados da Pesquisa Nacional da Cesta Básica, realizada pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE), revelou que, em agosto de 2021, o valor médio da cesta básica na capital sergipana ficou em R$ 456,40, o menor custo dentre as capitais pesquisadas.

Em termos relativos, na comparação com setembro do ano passado, verificou-se aumento de 6,3% no valor da cesta. No comparativo com o mês imediatamente anterior, agosto último, observou-se redução de 0,5% no custo do conjunto de alimentos essenciais.

Custo médio das cestas nas outras capitais em setembro/2021

No mês analisado, levando-se em consideração a comparação com o mês anterior (agosto/2021), observou-se aumento no valor da cesta em onze das dezessete capitais pesquisadas. Destacaram-se Brasília (+3,9%), Campo Grande (+3,5%), São Paulo (+3,5%), Belo Horizonte (+3,5%) e Vitória (+2,3%).

Por outro lado, dentre as capitais que apresentaram diminuição no custo da cesta básica, o destaque foi para João Pessoa (-2,9%), Natal (-2,9%), Salvador (-1,4%), Aracaju (-0,5%) e Recife (-0,4%).

Em relação a setembro de 2020, observou-se aumento no valor da cesta básica em todas as capitais. Nessa comparação, as capitais que apresentaram altas mais significativas foram Brasília (+38,6%), Campo Grande (+28,0%) e Porto Alegre (+21,6%).

Em termos absolutos, a capital com a cesta mais cara, no mês analisado, foi São Paulo (R$ 673,45), seguida por Porto Alegre (R$ 672,39) e Florianópolis (R$ 662,85). Já as capitais com as cestas mais baratas foram Aracaju (R$ 454,03), seguida de João Pessoa (R$ 476,63) e Salvador (R$ 478,86).

Aracaju teve destaque nacional ao registrar o maior aumento no preço do litro do leite integral, com 5,7%. Contudo, a capital sergipana registrou a queda mais expressiva no preço do quilo do arroz, com redução de aproximadamente 7,7% na mesma comparação.

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