TRE diz que mandato é de ex-prefeita

Após recontagem do coeficiente eleitoral das eleições 2018 para a Assembleia Legislativa de Sergipe – sem os votos da deputada estadual cassada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Diná Almeida (Podemos) –  o Tribunal Regional Eleitoral (TRE) concluiu que quem assume o mandado é a primeira suplente da coligação Gracinha Garcez (Podemos).

O TRE concluiu a recontagem às 17h25 desta quarta-feira, 22, por determinação do TSE que na terça-feira, 21, cassou, por unanimidade, o mandato de Diná e a tornou inelegível por 8 anos, junto com o marido e ex-prefeito Diógenes Almeida. A cassação foi por abuso de poder econômico e político nas eleições de 2018.

O tribunal publicou a nova relação dos eleitos, já com o nome de Gracinha Garcez, que disputou as eleições pela coligação Podemos/Avante/ PMN/Patriota, tendo obtido 16.179 votos. Diná foi eleita com 20.136 votos pela mesma coligação.

A Assembleia Legislativa deve ser notificada nesta quinta-feira, 23, sobre a recontagem dos votos e a determinação para empossar Gracinha, que é ex-prefeita de Itaporanga D´Ajuda.

Um jurista avalia que Gracinha não pode assumir mandato na Alese, na vaga da coligação Podemos/Avante/PMN/Patriota, por não estar mais filiada ao Podemos. Ela hoje é filiada ao PSD.

Veja relação dos eleitos para a Alese em 2018 após recontagem do coeficiente eleitoral:

 

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