Líder da oposição critica gestão de Belivaldo e Edvaldo

O líder da oposição na Assembleia Legislativa de Sergipe (Alese), o deputado estadual Dr. Samuel Carvalho (Cidadania 23), fez duras críticas a gestão do governador Belivaldo Chagas (PSD) e do prefeito Edvaldo Nogueira (PDT). O parlamentar afirmou que está faltando liderança do governo para resolver o problema da saúde diante da pandemia da Covid-19, e ajuda da prefeitura para minimizar o problema, já que Aracaju é o município que mais registra casos.

Segundo Dr. Samuel, não é de agora que a população sergipana sofre com a saúde pública. “É sempre bom deixar claro que a saúde pública no Brasil sempre teve deficiência. As pessoas em Sergipe já vinham sofrendo com falta de UTI, superlotação nos hospitais e dificuldades com tratamentos oncológicos. Agora com o coronavírus, é como se tivéssemos colocado uma lupa sobre o problema da saúde. Faltou liderança do governador e do prefeito para resolver o problema”, afirmou.

Para ele, o governo não falou sobre a importância do isolamento social no início da pandemia. “Nós estamos com mais de 39 mil casos de coronavírus no estado, mesmo assim as pessoas estão na rua. Não houve uma campanha sobre a importância do isolamento social no início da pandemia em Sergipe, isso dificulta muito a redução dos casos. As pessoas parecem que não sabem do perigo que é essa doença.

Sobre a ampliação dos leitos em Sergipe, Dr. Samuel criticou mais uma vez a gestão Belivaldo Chagas e responsabilizou o prefeito de Aracaju. “Apesar de ter conseguido ampliar leitos, Belivaldo Chagas não conseguiu com recursos do Estado, mas sim Federal. O governador confiou no Consórcio do Nordeste e tomou um calote, e até o momento não conseguiu comprar um respirador com recursos próprios. Os municípios também estão com dificuldades nesse momento. É primordial que cada prefeito faça sua parte, mas na minha avaliação, o prefeito Edvaldo Nogueira foi uma tragédia. Uma capital que recebe mais recursos não fez um leito de UTI e deixou tudo no colo do governador”, criticou.

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