Entidades lançam campanha pela democracia na UFS

Sindicatos, associações, diretórios e centros acadêmicos exigem realização da Consulta Pública na escolha de Reitoria e Vice da instituição

“Quem tem medo das Diretas na UFS?” A provocação tem endereço certo: o Gabinete da Reitoria da Universidade Federal de Sergipe, endereçado ao magnífico reitor Ângelo Roberto Antoniolli. A vontade de mais de 30 mil estudantes, 1543 professores e 1478 técnicas e técnico-administrativos não pode ser substituída por um “Colégio Eleitoral Especial” controlado pelo reitor.

O mês de julho abre alas com a campanha “Queremos votar para a Reitoria”, que visa sensibilizar a comunidade acadêmica e pressionar o reitor da instituição a respeitar a Consulta Pública e realizar a escolha da próxima gestão de forma eletrônica, através do sistema SIGEleição, garantindo tanto o protagonismo da comunidade acadêmica quanto o cumprimento do isolamento social frente à pandemia da covid-19.

A campanha é organizada pelo Sindicato das Trabalhadoras e Trabalhadores Técnico-administrativos (SINTUFS), Sindicato dos/as Docentes (ADUFS), Diretório Central dos/as Estudantes (DCE-UFS), Associação Atlética Universitária (AAU) e Associação dos/as Pós-graduandos/as (APG UFS).

As entidades pretendem prorrogar a convocação do “Colégio Eleitoral Especial” previsto para 15 de julho, a fim de garantir a democracia na escolha da nova Reitoria, já que a atual administração tem até o mês de setembro para enviar a lista tríplice ao Ministério da Educação (MEC), de acordo com o Estatuto da UFS. Para as entidades, o Colégio Eleitoral Especial só deverá ocorrer após a finalização da Consulta Pública.

Da assessoria

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